quinta-feira, 26 de abril de 2012

De volta e com muitas novidades

Sei que abandonei por um tempo este espaço aqui.Mas a partir de hoje pretendo voltar a postar com frequência trazendo muitas novidades para vocês.
Conto com a sua participação e contribuição para que juntos possamos fazer deste espaço um ambiente agradável e atualizado.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

CAMPANHA CONSCIENTIZA SOBRE O CONSUMO EXCESSIVO DE SAL

A campanha “Menos sal. Sua saúde agradece!” foi lançada nesta terça-feira (26), por meio de uma parceria entre o Ministério da Saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). O evento foi realizado durante a cerimônia oficial de abertura da 30ª ExpoEcos, que reúne supermercados das regiões Centro-Oeste e Norte, em Brasília (DF).
“A campanha trabalha a conscientização dos consumidores e empregados dos estabelecimentos comerciais em relação aos malefícios do consumo excessivo de sal, trazendo orientações para o uso racional do sal, como a retirada do saleiro da mesa e o uso de temperos naturais”, explicou Patricia Jaime, coordenadora geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde. “Além de orientá-los a fazer escolhas de alimentos mais saudáveis com base nas informações dos rótulos”, completou.
De acordo com dados da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, o consumo diário de sal no Brasil atualmente é de 12 gramas, enquanto o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de apenas 5 gramas. “Queremos atingir esse consumo diário recomendado pela OMS até 2022, como parte do Plano de Ações Estratégicas para Enfretamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT)”, disse Patricia.
O Plano de Ações está disponível nesta semana para consulta pública no Portal do Ministério da Saúde. Sociedade civil e demais parceiros podem enviar contribuições por meio de formulário específico. A intenção é traçar uma série de ações para reduzir as mortes prematuras por doenças como câncer, diabetes, doenças cardiovasculares e respiratórias crônicas, responsáveis por 68% das mortes ocorridas anualmente no país.
Além do impacto na mortalidade, as DCNT têm gerado perda de qualidade de vida com alto grau de limitação nas atividades de trabalho e de lazer, além dos impactos econômicos para as famílias, comunidades e a sociedade em geral. Um dos fatores de risco para desenvolvimento dessas doenças é a hipertensão, causada principalmente pelo alto consumo de sal.
A campanha lançada nesta terça é uma das respostas ao acordo firmado em abril de 2011, no qual estão previstas medidas para o consumo consciente e promoção da alimentação saudável, entre outras. “O projeto piloto da campanha é resultado do trabalho conjunto entre o Ministério da Saúde, a Anvisa e a Abras e será realizado nos supermercados do Distrito Federal. Depois, deve ser estendida aos demais estados”, adiantou Patricia.
COMPROMISSO  – No último Dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 de abril, as associações que representam os produtores de alimentos processados assinaram um termo de compromisso com o Ministério da Saúde para estabelecer um plano de redução gradual na quantidade de sódio presente em 16 categorias de alimentos, começando por massas instantâneas, pães e bisnaguinhas.
O documento definiu o teor máximo de sódio a cada 100 gramas em alimentos industrializados. Algumas metas devem ser cumpridas pelo setor produtivo até 2012 e aprofundadas até 2014. No caso das massas instantâneas, a diminuição anual será de 30%.  O objetivo é reduzir o consumo excessivo de sal (cerca de 40% do sal é composto de sódio), que está associado a uma série de doenças crônicas, como hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, problemas renais e cânceres.
A recomendação de consumo máximo pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é de 5 gramas de sal diários por pessoa. Até o fim de 2011, será a vez dos biscoitos (cream cracker, recheados e maisena), embutidos (salsicha, presunto, hambúrguer, empanados, lingüiça, salame e mortadela), caldos e temperos, margarinas vegetais, maioneses, derivados de cereais, laticínios (bebidas lácteas, queijos e requeijão) e refeições prontas (pizza, lasanha, papa infantil salgada e sopas).

(*) Fonte: ASCOM- MS

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Pesquisa do IBGE relata que dieta do Brasileiro é pobre em frutas e legumes

Os últimos dados sobre alimentação dos brasileiros divulgados pelo IBGE não são nada satisfatórios, pelo contrário nos deixa alarmados e com mais disposição para reverter este quadro.Seguem dados do próprio site do IBGE.

POF 2008-2009: mais de 90% da população comem poucas frutas, legumes e verduras

O consumo alimentar da população brasileira combina a tradicional dieta à base de arroz e feijão com alimentos com poucos nutrientes e muitas calorias. A ingestão diária de frutas, legumes e verduras está abaixo dos níveis recomendados pelo Ministério da Saúde (400g) para mais de 90% da população. Já as bebidas com adição de açúcar (sucos, refrescos e refrigerantes) têm consumo elevado, especialmente entre os adolescentes, que ingerem o dobro da quantidade registrada para adultos e idosos, além de apresentarem alta frequência de consumo de biscoitos, linguiças, salsichas, mortadelas, sanduíches e salgados e um menor ingestão de feijão, saladas e verduras.
A ingestão de alguns componentes de uma dieta saudável, como arroz, feijão, peixe fresco e farinha de mandioca, diminui à medida que aumenta o rendimento familiar per capita. Já o consumo de pizzas, salgados fritos, doces e refrigerantes se eleva. A ingestão de frutas, verduras e laticínios diet/light também aumenta com a renda.
Na área rural, as médias de consumo individual diário foram maiores para arroz, feijão, peixe fresco, batata-doce, farinha de mandioca e manga, entre outros. Já na área urbana, destacaram-se refrigerantes, pães, cervejas, pizzas e biscoitos recheados.
O consumo médio de calorias fora do domicílio correspondeu a aproximadamente 16% da ingestão calórica total e foi maior nas áreas urbanas, na região Sudeste, entre os homens e para indivíduos na faixa de renda familiar per capita mais elevada.
Entre as prevalências de inadequação de consumo (percentuais de pessoas que ingerem determinado nutriente em níveis abaixo das necessidades diárias ou acima do limite recomendado) destacam-se o excesso de gorduras saturadas e açúcar (82% e 61% da população, respectivamente) e escassez de fibras(68% da população).
Para ler a reportagem na íntegra basta acessar:
Agora é a hora de juntarmos forças para rever este quadro e proporcionarmos maior qualidade de vida para a população brasileira.

sábado, 23 de julho de 2011

O uso de pré e pró biótico:

Muito se ouve falar em alimentos pré e pró bióticos.Você sabe a diferença entre eles? Probióticos são microrganismos vivos, administrados em quantidades adequadas, que conferem benefícios à saúde do hospedeiro. Os microorganismos ingeridos vão competir com a flora intestinal humana e estimular a produção de bactérias benéficas, em detrimento à proliferação de bactérias potencialmente prejudiciais, reforçando desta maneira os mecanismo naturais de defesa do indivíduo, além promover a digestão da lactose em indivíduos intolerantes, aliviar a constipação e aumentar a absorção de minerais e vitaminas.
Já os prebióticos são carboidratos não-digeríveis (fibras), estimulam a seleção e proliferação de populações de bactérias desejáveis no intestino, aliviando a constipação, favorecem também  a absorção de cálcio( diminuindo o risco de osteoporose e arteriosclerose), e possivelmente o metabolismo lipídico (diminuindo conseqüentemente os níveis de triglicérides e colesterol no sangue, também são responsáveis pela redução do risco de câncer de cólon.
Existem vários produtos pré e pró bióticos no mercado, você deve avaliar suas necessidades e junto ao seu médico ou nutricionista avaliar qual deles trará mais benefícios a sua saúde. O importante é saber que seja qual for a sua decisão é necessário o uso contínuo destes produtos para que se tenha o resultado esperado, aliando a sempre a prática de uma alimentação equilibrada.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

A importância da hidratação

O nosso corpo é composto de 60% de água. Para repor as perdas e manter o bom funcionamento do organismo um indivíduo adulto necessita ingerir de 2 a 3 litros de água no dia.
Para se ter idéia da importância da água pode –se enumerar algumas de suas funções:
♦Meio para reação de todas as reações do organismo;
♦Tem importante papel na digestão, absorção, circulação e excreção;
♦Meio de transporte para nutrientes e substâncias corpóreas;
♦São absorvidas pelas fibras para aumentar a massa fecal e auxiliando sua eliminação;
♦Função reguladora na manutenção da temperatura corporal.

Os praticantes de atividade física também devem ficar atentos a hidratação no momento da prática. A recomendação geral é que a cada 20 minutos de exercício deva-se ingerir 200 ml de água. Para prática de atividades mais prolongadas recomenda-se o consumo de bebida isotônicas para reposição de minerais perdidos durante o treino.

Portanto consuma água e outras fontes de hidratação, como sucos. Mas lembre-se não exagere na quantidade de açúcar.


sexta-feira, 15 de julho de 2011

Alimentos diet e ligth

Hoje fala-se muito em alimentos diet e ligth. Estes alimentos são classificados como alimentos modificados e tem definições diferentes.Mas cuidado se você consome estes alimentos apenas por achar que eles contêm menos calorias.
Os alimentos diet devem ser isentos de algum nutriente, ou seja, sem açúcar, sem sódio, sem gordura quando comparado ao mesmo alimento convencional.
Já os  ligth devem estar diminuídos no mínimo 25% de calorias ou algum nutriente do produto convencional.
Um erro muito comum é achar que estes alimentos podem ser consumidos livremente, fique atento a quantidade de calorias, gorduras e sódio presentes.
Portanto antes de fazer sua escolha fique atento ao seu objetivo. Verifique sempre o rótulo destes produtos, faça comparações.E não cometa excessos.


quarta-feira, 13 de julho de 2011

FILHOS DE MÃES OBESAS ARRISCAM TER EXCESSO DE PESO

 Crianças e adolescentes filhos de obesas correm um risco 5,34 vezes maior de também apresentarem o problema em relação a indivíduos da mesma idade que têm mães magras. A conclusão é de um estudo com 660 estudantes da cidade de São Paulo, no Brasil, entre 8 a 18 anos, realizado em conjunto pelos cursos de nutrição da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), da Universidade São Francisco e da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP).

Foram avaliados alunos das redes privada e pública da cidade. No levantamento, os investigadores trataram a obesidade na adolescência como um problema multi-factorial, resultado de uma alimentação rica em gordura, da falta de exercícios físicos e dos hábitos dos pais. No âmbito familiar pesa, ainda, o factor genético para o ganho de peso.

A coordenadora do laboratório de obesidade infantil do Hospital das Clínicas, Sandra Villares, afirma que das 420 crianças atendidas na unidade, apenas 25% têm mães magras, ou seja, com um índice de massa corporal (IMC) abaixo de 25.

Além disso, segundo a cientista, 90% desses pacientes infantis já eram obesos antes dos 10 anos de idade, o que indica hábitos alimentares errados desde muito cedo.

Mesmo os hábitos maternos durante a gestação podem interferir no peso dos filhos, diz a especialista. Mães que se alimentam pouco durante a gravidez também podem ter filhos obesos. Com a restrição alimentar as crianças ganharão peso nos primeiros anos de vida, o que aumenta o risco para que se tornem adultos obesos.

Segundo a coordenadora do estudo, a adesão da mãe a um programa de dieta é essencial para que a criança perca peso quando está com excesso de peso. "A mudança deve vir de casa. As mães não fazem a dieta, mas querem que as crianças façam. Assim, não há resultados", diz.


Fonte: Diário Digital